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Mercados Financeiros

A diversificação de uma carteira de investimentos tem o objectivo primário de evitar a exposição excessiva a uma determinada fonte de risco. Estando esta regra elementar a ser progressivamente adoptada pela generalidade dos investidores portugueses, a questão que se coloca é: “Como diversificar?”

Esta tarefa é tão relevante quanto o próprio princípio da diversificação, na medida em que a tarefa fundamental corresponde à selecção de activos que irão compor a carteira de investimento, com o objectivo de obter a máxima rentabilidade em função do nível de risco que cada investidor está disposto a correr.

Segundo o modelo de selecção do portfólio elaborado por Harry Markowitz (vencedor do Prémio Nobel da Economia em 1990), o investidor é orientado por dois princípios básicos:

  • Perante dois investimentos com a mesma expectativa de rentabilidade, o investidor irá
    optar por aquele que apresentar menor risco;
  • Entre dois investimentos com o mesmo nível de risco, o investidor irá escolher aquele
    que apresentar a maior rentabilidade esperada.

Torna-se muito difícil a um investidor, que invista directamente em acções ou obrigações, obter o equilíbrio ideal entre activos, sectores, países indicados para o seu perfil de risco e de rentabilidade.

Este equilíbrio ao nível da diversificação consegue-se investindo em fundos de investimento. Esses fundos são geridos por uma equipa de profissionais (sociedade gestora) que procura seleccionar os activos financeiros que possibilitem a obtenção da melhor rentabilidade, de acordo com a política de investimentos previamente definida.

 

Existem 4 grandes classes de fundos de investimento

Fundos de Tesouraria
Investem em aplicações de curto prazo e com elevada liquidez. Revelam um baixo nível de risco e baixa rentabilidade potencial


Fundos de Obrigações
Investem fundamentalmente em obrigações emitidas por empresas, governos ou outras entidades. Incorporam um maior risco face aos fundos de tesouraria (o risco de crédito e o risco de taxa de juro) e tendem a apresentar uma maior rentabilidade no médio prazo.


Fundos de Acções
Investem fundamentalmente em acções. Apresentam um risco mais elevado, dado o seu valor estar relacionado com a flutuação de preços das acções que compõem o fundo. Contudo, apesar do risco de variações negativas no curto prazo, esta classe de fundos é aquela que apresenta maior potencial de valorização no longo prazo.


Fundos Mistos
Combinam o investimento em obrigações e acções. O risco associado a estes fundos varia de acordo com a exposição aos activos de maior risco (acções). Um fundo que invista maioritariamente em obrigações apresenta um menor nível de risco face a um fundo que invista maioritariamente em acções, mas apresenta igualmente uma menor rentabilidade potencial.

accumulator possibilita o investimento nestes fundos, permitindo ao investidor optar pelo nível de exposição a cada classe de activos e, assim, construir a solução que se adapta ao seu perfil de risco (e de rentabilidade potencial), constituindo uma oferta sólida, diversificada, que concilia segurança, rentabilidade e liquidez.